Moras na minha aquiescência mordaz querendo exaltar a louca gincana de sabores que te permito.Quando quero.Quando desesperas por um olhar de clemência insensata e te rebolas no chão sentindo o calcanhar da memória em ruínas.
És o teu suplício preterido pela forte certeza de que não existe nada para ti agora que te fartaste de me não ressuscitar.Rio-me.
Cada pedra da ponte se beija sem se mover no oleoso quadro das tuas semi-águas de faraó.E sou fera que te fere amorosamente.Dilacerando-te a Alma em pequenas quantidades florais.
SÊ O MEU MOSAICO MAIS BIZANTINO. . .
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terça-feira, 8 de maio de 2007
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